quinta-feira, 4 de outubro de 2012

MORTE DE JOVEM DE 14 ANOS


Morte de jovem após cirurgia para retirar cisto é investigada


A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu inquérito para investigar a morte da estudante Anna Carolina Veiga Martins, de 14 anos, ocorrida no dia 18 se Setembro no Hospital Icaraí, em Niterói. A adolescente foi internada no dia 17 para retirar um cisto no ovário. Aparentemente, a cirurgia transcorreu normalmente, mas horas depois a menina começou a passar mal, sofreu duas paradas respiratórias e morreu.

A família acusa o hospital, particular, de negligência. A certidão de óbito afirma que a causa da morte ainda é desconhecida. Os conselhos regionais de Medicina e de Enfermagem também vão investigar o caso. Em nota, a direção do Hospital Icaraí afirma que o quadro da paciente estava normal até as 5h30 do dia 18, quando “a adolescente passou a apresentar alteração em seu quadro de saúde”. “Toda infraestrutura do Hospital Icaraí foi disponibilizada para assistir à jovem, que, no entanto, lamentavelmente, veio a falecer”, diz a nota.

“Logo após a morte, os membros das comissões internas se reuniram para apurar todos os procedimentos adotados pelos profissionais. O médico responsável pela cirurgia já foi ouvido, assim como a equipe da enfermagem que estava de plantão no período logo após o procedimento cirúrgico. O resultado da apuração será encaminhado aos conselhos regionais de Medicina e de Enfermagem”, conclui a nota, assinada pelo diretor técnico do hospital, Ranulfo Lima. A Polícia Civil ainda não se pronunciou sobre o caso.

ENFERMEIRA APLICOU MEDICAMENTO EM PACIENTE ALÉRGICA



Grávida morre no ES e família diz que houve erro médico em PA

adones 24 de setembro de 2012

Uma grávida, de 28 anos, morreu depois de seis horas tendo convulsões dentro do Pronto Atendimento (PA) de Itacibá, em Cariacica, na Grande Vitória, segundo a família. O irmão de Maria Lúcia dos Santos contou em entrevista ao G1 por telefone que ela foi levada à unidade de saúde às 2h de sábado (22), por falta de médico a paciente foi atendida por uma enfermeira que aplicou uma medicação que Maria Lúcia era alérgica e a partir daí teve várias convulsões. O irmão da paciente disse ainda que ela só foi transferida para um hospital às 12h, mas já chegou sem vida. A prefeitura de Cariacica informou que está investigando o que aconteceu e vai abrir um processo administrativo.

Maria Lúcia dos Santos, estava desempregada e ainda não sabia que estava grávida de dois meses. Na madrugada de sábado ela sentiu muita dor no estômago e foi levada pela cunhada ao PA de Itacibá.
'Hoje foi minha irmã, mas amanhã pode ser meu filho', disse irmão da grávida, no Espírito Santo.

Hoje foi minha irmã, mas amanhã pode ser meu filho', disse irmão.

“Não foi um médico que a atendeu foi uma enfermeira, por que não tinha médico na hora. Ela foi aplicar buscopan e eu disse que minha cunhada não podia tomar por que era alérgica, mas a enfermeira disse que sabia o que estava fazendo. Depois ela caiu, bateu a cabeça no chão e foi deitada em um banco. Os enfermeiros me tiraram de perto dela e quando eu voltei Maria Lúcia estava totalmente desacordada, tendo convulsões. O médico mesmo só chegou às 9h”, detalhou a cunhada, Laudicéia Nascimento Alves.

O irmão da grávida, o pedreiro Renato dos Santos, disse que a grávida foi levada às 12h para o Hospital Estadual São Lucas em Vitória onde foi constatado sua morte. “O médico que nos atendeu disse que ela teve morte cerebral devido as várias convulsões. Eu pretendo que a justiça seja feita, que alguém tome inciativa para punir o culpado. Hoje foi a minha irmã, mas amanhã pode ser meu filho. Então até quando isso vai? A gente tem que dar um basta”, desabafou Renato.


Velório

O laudo da morte de Maria Lúcia dos Santos será encaminhado à família nesta segunda-feira (24). O corpo da grávida foi levado ao município de Sooretama e será enterrado às 12h no cemitério Central. A auxiliar de serviços gerais morava no bairro Nova Rosa da Penha II, em Cariacica, era casada e deixa três filhos.

Prefeitura de Cariacica

A Prefeitura de Cariacica informou que está investigando o que aconteceu e vai abrir um processo administrativo. Disse ainda que havia uma médica no plantão e que foi a médica que fez o atendimento, já que nenhum enfermeiro pode receitar medicação.

GLICERINA NA VEIA DE NOVO


Erro médico mata idosa em hospital de MG
Enfermeiros de um hospital de Campo Limpo teriam injetado glicerina na veia da vítima; polícia investiga caso


quinta-feira, 27 de setembro de 2012


A Polícia Civil investiga a morte de uma mulher de 80 anos que teria recebido glicerina na veia em um hospital de Campo Belo, em Minas Gerais. A suspeita é de que uma técnica em enfermagem tenha aplicado o produto por engano.

A idosa foi levada com problemas intestinais para uma unidade de pronto-atendimento da cidade, no último dia 15 de setembro, mas foi encaminhada para o hospital no dia seguinte.

Segundo a Polícia Civil, ela ficou sob os cuidados médicos na enfermaria e, apenas no dia 20, foi transferida para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em estado grave. Ela teve uma parada cardiorrespiratória e morreu.

Ao filho da vítima, os médicos disseram que a solução de glicerina que deveria ter sido usada no procedimento de lavagem intestinal foi aplicada por engano na veia da paciente. A Polícia Civil abriu um inquérito e aguarda o resultado da necropsia para dar seguimento as investigações.

O delegado responsável pelo caso, Edson Sena, solicitou ao hospital o relatório completo do atendimento da paciente. Após a chegada do prontuário, todas as pessoas envolvidas no caso serão intimadas para prestar depoimento.

sábado, 18 de agosto de 2012

PRESCRIÇÃO INCORRETA DE MEDICAMENTO


24.05.2012

Erro médico mata criança no Hospital Souza Aguiar


Rio - O menino Luiz Felipe Siqueira de 8 anos, teve uma parada cardíaca e morreu nesta segunda-feira após ingerir medicamento ao qual era alérgico no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro. Ele havia dado entrada na unidade com febre e dores no corpo no último sábado. As informações são do SBT Rio.

A mãe da criança avisou aos médicos que o menino seria alérgico à alguns remédios. "Eu não levei meu filho para morrer. Se é uma unidade médica, eles não poderiam cometer o erro de dar uma medicação que ele não poderia tomar" disse a mãe.

http://appsodia.ig.com.br/portal/tvodia/videos/O_DIA_ONLINE_TV_O_DIA_crianca_morre_por_erro_medico.shtml

terça-feira, 7 de agosto de 2012

MAIS UM ABSURDO !



Hospital admite erro médico durante cirurgia de adolescente em Belém
Jovem seria operado para retirar um pino do pulso.
Hospital lamenta e diz que nomes homônimos provocaram a confusão
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02/05/2012

Um adolescente de 14 anos foi vítima de erro médico em um hospital de Belém (PA). Segundo a mãe do jovem, a dona de casa Iranilda Maria Santos Silva, o menino foi internado no dia 30 de abril para retirar um pino do punho. Porém, no momento da cirurgia, médicos começaram o procedimento no ombro do adolescente.

De acordo com dona Iranilda, os médicos informaram que o procedimento de retirada do pino levaria aproximadamente 15 minutos. Depois de duas horas esperando pela saída do filho, ela foi informada por uma enfermeira que o procedimento que estava sendo realizado no ombro do garoto era demorado. A dona de casa disse então, que o menino tinha sido internado para retirar um pino do pulso, e não do ombro.

Ainda segundo a dona de casa, a enfermeira entrou imediatamente na sala de cirurgia para avisar a equipe médica sobre o erro. Os médicos interromperam a cirurgia, e fizeram a operação correta. Ao encontrar com a mãe, o adolescente contou ter visto que o raio-x na sala de cirurgia não era o seu. O jovem tentou avisar para os médicos, mas segundo ele ninguém lhe deu atenção.

Um dos profissionais da equipe que operou o jovem conversou com a mãe do adolescente na última segunda-feira (30), mesmo dia em que foi feita a cirurgia, confirmando o equívoco inicial. Inconformada com a confusão, a dona de casa registrou um boletim de ocorrência pelo erro médico. O incidente está sendo investigado pela polícia.

Em nota, o Hospital Infantil Santa Terezinha informou que o fato "decorreu de uma situação em que os pacientes que seriam submetidos a um pequeno procedimento cirúrgico eram homônimos e no momento da chamada daquele que teria o procedimento no OMBRO, quem ingressou na sala de cirurgia foi o menor que iria ter um procedimento no PUNHO, e os médicos vendo a radiografia, fizeram uma pequena incisão no ombro, e como não havia nada a ser retirado, logo ficou constatado que se tratava de outro menor, sendo o mesmo imediatamente suturado e realizado o procedimento correto.Ressalta-se que nenhum prejuizo de natureza fisiológica ou estética foi causado no menor, ou lhe deixará sequelas posteriores". O hospital afirmou, ainda, que lamenta o ocorrido.

O Conselho Regional de Medicina do Pará também se manifestou, e disse que vai abrir uma sindicância para apurar o caso.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

MENINA MORRE POR ERRO EM RADIOTERAPIA




Morre menina queimada em centro radioterápico no Rio de Janeiro


Maria Eduarda se tratava de leucemia grave e foi queimada em outubro.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Pais de Maria Eduarda, de 7 anos, estão inconformados com a morte da menina na quarta-feira (30). A menina, que tinha uma forma rara de leucemia diagnosticada em 2010, foi vítima de queimaduras graves durante tratamento da doença, no Centro Radioterápico San Peregrino, na Tijuca, na Zona Norte do Rio, como informa o RJTV.
Segundo os pais, Maria Eduarda começou a fazer as sessões de quimioterapia logo após o diagnóstico. Mas os médicos informaram que seria necessário complementar o tratamento com radioterapia.
As sessões foram feitas no centro radioterápico, que funciona dentro do Hospital Venerável da Ordem Terceira da Penitência, na Tijuca, em outubro do ano passado. A família percebeu que a pele da menina escureceu, mas segundo o pai de Maria Eduarda, a médica responsável pelo tratamento disse que era um dos efeitos colaterais.
“Quando começaram a se manifestar as lesões na cabeça no coro cabeludo, ainda estava no início e eu ainda levei foto, expliquei a ela que não era normal. Inclusive os médicos nunca viram coisa igual”, disse o pai de Maria Eduarda, Ronaldo Rodrigues Rosa.
As sessões continuaram e a menina começou a apresentar queimaduras na orelha, na cabeça e danos cerebrais, que levaram a dificuldades para falar e andar.
saiba mais

Os pais de Maria Eduarda a levaram ao hospital para fazer curativos. Segundo a equipe médica que atendeu a menina, ela desenvolveu a Síndrome Cutânea da Radiação, que acontece quando o paciente é exposto a radioterapia. No caso da menina, ela apresentou o grau mais profundo do problema. O lobo direito frontal do cérebro foi afetado. Esta parte é responsável, entre outras funções, pelo comportamento e capacidade de locomoção.
O pai entrou com uma ação na 4ª Vara Cível de Bangu, na Zona Oeste. O juiz responsável pelo caso nomeou um médico do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para fazer uma perícia no equipamento de radioterapia usado na menina durante as sessões.
De acordo com o laudo, a máquina não tinha nenhum defeito na regulagem. Mas o perito não pode analisar a dose ministrada na paciente, porque as informações ficam na ficha de tratamento. As fichas que já tinham sido enviadas para o advogado de defesa do centro radioterápico.
O perito concluiu que o protocolo de atendimento foi seguido, mas não descartou a possibilidade de ter havido erro humano no cálculo ou na aplicação da dose durante o tratamento.
Segundo a família de Maria Eduarda, o centro radioterápico propôs um acordo para resolver a questão. Mas eles preferiram o levar o caso adiante e esperam que os culpados sejam punidos.
Homicídio culposo
O caso está na 19ª DP (Tijuca), de acordo com a polícia, a física Lídia Cristina Salzberg e os técnicos Hosana Pereira Cirino e Richardson Magno Medeiros de Moura responder homicídio culposo. O caso foi encaminhado à Justiça.
Lídia é a física que calculou a quantidade das sessões de radioterapia, e os outros dois são as pessoas que operavam a máquina de radioterapia.
O Centro Radioterápico San Peregrino foi interditado no dia 17 de fevereiro e continua interditado até hoje. Em nota, a Clínica San Peregrino disse que, assim que as causas das lesões foram identificadas, começou a prestar tratamento especializado. Ainda determinou a seus médicos e advogados que se prontificassem a oferecer toda a ajuda necessária e solicitada pelos pais da menina.
Sobre os funcionários que vão responder por homicídio culposo, a clínica disse que espera o pronunciamento das autoridades para definir a condução do caso.
O Tribunal de Justiça, em nota, disse que, até agora, não houve comunicação oficial sobre a morte de Maria Eduarda. Ainda segundo o TJ-RJ, também não houve petição e a juíza tomou conhecimento do caso pela imprensa.

BEBÊ MORRE POR APLICAÇÃO DE LEITE NA VEIA





Suposto erro médico, mata bebê de 1 mês em Contagem, Minas Gerais

8/3/2012


A cidade mineira de Contagem, está chocada com a morte de um bebê de apenas um mês de vida. Arthur Felipe Alves de Oliveira deu entrada no Hospital Municipal, na Grande Belo Horizonte, com uma insuficiência cardíaca, mas em quadro estável. A morte pegou os pais de surpresa e a denuncia de um próprio funcionário do hospital gerou um espanto ainda maior, segundo ele, a pessoa que fez o atendimento injetou leite na veia da criança, no lugar de soro.

A mãe, está revoltada em pensar que a morte de seu filho pode ter sido provocada pelo erro de um profissional de saúde. Os familiares aguardam o laudo que irá apontar a causa da morte, que pode demorar 30 dias.

A direção do hospital informou que abriu uma sindicância para apurar o caso e afastou a técnica de enfermagem que atendeu o bebê.